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Fim da pandemia é previsto por cientistas de universidade de Singapura

A agência Sputnik publica com destaque neste domingo (24) uma estimativa para o fim da pandemia em diversos países. Cientistas da Universidade de Tecnologia de Singapura criaram um complexo modelo matemático que, com base na atual tendência dos casos, prevê a data exata em que a pandemia terminará nos EUA, Reino Unido e em outros países ao redor do mundo.

Este modelo matemático, aplicado à epidemiologia, denominado modelo SIR (suscetíveis — infectados — recuperados), se baseia em dados atualizados diariamente de diferentes países, de forma a estimar as curvas do ciclo epidemiológico e as datas de fim da pandemia, informa o tabloide britânico Daily Mail.

O modelo prevê a trajetória de propagação do vírus ao longo do tempo, enquanto acompanha o número real de novos casos confirmados por dia em um determinado país.

Sendo as previsões atualizadas de forma contínua com os dados mais recentes, as previsões podem ser modificadas sempre que se prevejam alterações nos cenários a longo prazo.

O fim da pandemia pode ser determinado se os cálculos, que são apenas estimativas, forem precisos.

Contudo, os pesquisadores observaram que as previsões são apenas estimativas e estão sujeitas a mudanças, quer devido à complexidade do vírus, quer em função de outros fatores, incluindo as restrições e protocolos de testes em vigor em um país.

Apesar disso, as estimativas apontam que o fim da pandemia poderia ocorrer logo em julho em alguns países, enquanto para outros a data está mais adiante, mas sempre até o final do ano.

Assim, por exemplo, para Portugal os cientistas estimam o fim da pandemia para 18 de julho, para Singapura em 19 de julho, Reino Unido em 30 de setembro e Itália em 24 de outubro.

Na reportagem, a Sputnik assinala que o estudo prevê que os EUA e o segundo país mais atingido, o Brasil, só conhecerão o fim da pandemia em meados de novembro, caso as atuais medidas permaneçam em vigor e não surja nenhuma vacina.

Perigo de relaxamento

No entanto, a universidade alertou para o fato de se tratar de um modelo de previsões que deve ser observado com prudência, frisando que “qualquer excesso de otimismo com base em algumas datas finais é perigoso, por poder afrouxar a disciplina e controles e causar o retorno do vírus e da infecção”, refere o Daily Mail.

Foto: DW

Tags: Pandemia, coronavírus, Covid-19, infectados, vacina, SIR, tecnologia, Singapura, universidade

 

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