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Em menos de 2 anos, carregar a bateria do celular será coisa do passado. Está sendo desenvolvida a bateria nuclear com carga suficiente para 28 mil anos

DA AGÊNCIA SPUTNIK:

A bateria usa energia nuclear que emite menos radiação que o corpo humano, garante a empresa desenvolvedora, tornando a tecnologia não só muito útil como segura.

A empresa norte-americana NDB afirma ter criado uma bateria que funciona por um período de entre dez anos até 28 mil anos sem precisar de ser carregada. Segundo especialistas, as baterias de nanodiamante atuam como pequenos geradores de energia nuclear.

A bateria “nuclear” é um núcleo radioativo de resíduos nucleares reciclados, uma fonte isotópica, que é revestida com diamante sintético. Os isótopos interagem uns com os outros e isto converte a energia em corrente elétrica.

Uma vez que uma substância radioativa pode existir durante vários milhares de anos antes de desaparecer, a vida útil desta bateria excederia todos os tempos de funcionamento possíveis do equipamento.

Os cientistas afirmam que essas fontes são inofensivas para os seres humanos e para o meio ambiente. Os níveis de radiação desta bateria serão menores que os níveis de radiação produzidos pelo próprio corpo humano.

De acordo com a NDB, a tecnologia tornará possível criar um produto de qualquer forma ou padrão, de baterias AA mais comuns até carros elétricos.

Os representantes da empresa garantiram ao portal New Atlas que seu produto terá um preço, em alguns casos, mais barato do que o das baterias de lítio existentes, devido aos fornecedores de resíduos nucleares pagarem mais à NDB pela coleta de seus materiais perigosos usados.

Segundo dr. John Shawe-Taylor, cátedra da UNESCO e professor da University College de Londres, Reino Unido, a tecnologia pode trazer grandes mudanças ao mercado mundial.

“A NDB tem o potencial de resolver a grande questão global das emissões de carbono de uma só vez, sem os caros projetos de infraestrutura, custos de transporte de energia ou impactos ambientais negativos associados a soluções alternativas, como a captura de carbono em usinas elétricas a combustível fóssil, usinas hidrelétricas, turbinas ou usinas nucleares”.

É estimado que uma versão comercial de baixa potência chegue ao mercado em menos de dois anos, e a versão de alta potência tem o seu lançamento planejado em 2025.

TAGs: Reino Unido, Londres, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), UNESCO, EUA, nanodiamante, NDB

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